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    Confira dicas para reverter a insatisfação no trabalho.

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    Confira dicas para reverter a insatisfação no trabalho.

    Mensagem por Ricardo em Sex Mar 27, 2009 9:42 am

    Por Pollyanna Melo com assessoria - www.administradores.com.br

    Quem trabalha desmotivado não consegue obter um bom rendimento, comprometendo toda a performance da equipe e o resultado final da empresa. O trabalho deve ser dotado de componentes básicos que são a produção e a felicidade, porque produzir sem ser feliz lembra escravidão. Mas ao invés de mudar essa realidade e apostar em uma nova oportunidade, boa parte desses profissionais se revestem de acomodação e medo, dois sentimentos que se tornam verdadeiras barreiras para que possam procurar uma nova oportunidade no mercado de trabalho.

    Para quem está nessa situação, o consultor comportamental Wilson Mileris, que atua há mais de 25 anos na área de desenvolvimento de talentos humanos, aconselha que para identificar oportunidades o candidato deve fomentar seu network. "É importante que ele tenha informações e, se possível, contatos com pessoas da área ou da empresa para participar da seleção. Lembrando que a preparação deve ser considerada como fator preponderante para habilitar-se a ocupar uma vaga", revela o especialista.

    Mileris destaca que estar apto exige estudo, desenvolvimento de novas habilidades, atualização e uma postura mental adequada, não só para identificar, mas usufruir das oportunidades que surgirem ao longo do seu caminho. "É determinante manter uma atitude proativa, pois os selecionadores mais experientes, via de regra, não definem o candidato só porque, num primeiro momento, atende às exigências da posição que irá ocupar", explica.

    Entretanto, as empresas também devem manter uma política de qualidade que avalie constantemente o nível de comprometimento e satisfação do seu colaborador. Com essa medida, é possível identificar quando alguém não está satisfeito e corrigir o problema. “As empresas que possuem prêmios como do PNQ - Prêmio Nacional da Qualidade mostram a existência de práticas comuns utilizadas para alcançar a excelência. Estas, planejam suas ações na área de recursos humanos de forma integrada e sustentadora aos seus negócios, criam inúmeros e similares meios para conseguir o comprometimento de seus colaboradores e investem fortemente em treinamento e educação criando as competências necessárias para a realização daqueles planos”, aponta Wilson.

    O especialista reforça que se a empresa investir no funcionário, pode se surpreender com o resultado. “Quem não conhece a historia lojas de departamentos Nordstrom. Certa vez, uma cliente queria seu dinheiro de volta porque os pneus comprados apresentaram defeito depois de oito mil quilômetros. Como era uma ótima cliente, o vendedor devolveu o dinheiro. Mas a questão é: a Nordtrom não vende pneus. Mesmo assim, o presidente da empresa ficou orgulhoso do vendedor, que tornou a cliente mais leal. Os seus gastos no futuro compensariam aquele valor devolvido. É claro que nenhuma empresa treina os seus empregados para isso, mas a atitude do funcionário mostra o nível de comprometimento dele. Se alguém ao ler isso afirmar que jamais tomaria tal decisão, realmente precisa buscar outras oportunidades”.

    O consultor destaca sete importantes dicas para que o profissional não tenha medo de arriscar:

    1 - Ter uma visão positiva do futuro
    Pessoas dotadas de visão positiva do futuro podem romper sólidas barreiras de conformismo e resistência, sonhando e criando ideais para suas vidas.

    2 - Ter um propósito, um objetivo definido
    Cada um anseia por uma sensação de propósito e significado na vida. Para estar vivo, é preciso ter um propósito em relação a algo além de si mesmo. Ter um propósito é um fator primordial para lutar por tudo que vale a pena ter.

    3 - Reconhecer seu valor
    Não existe, nunca existiu e nunca existirá outro ser humano exatamente como o outro. É preciso reconhecer seu valor e adotar a postura de um vencedor. Seja qual for o momento que se está vivendo, é importante lembrar que isto também passará.

    4. Tolerância à frustração
    Em vários momentos da vida acontecem reveses. Considerando que isso fenômeno ocorre com qualquer pessoa, é frequente observar que a maioria se abate e desanima. Essa baixa tolerância à frustração gera o medo do fracasso que deve ser entendido como um "revés temporário". Nem o revés, nem a adversidade podem transformar-se em fracasso se forem encarados como "mestres" que ministrarão um aprendizado necessário. Os campeões sabem que não há evolução senão por meio dos tropeços, ou melhor, dos "revezes temporários".

    5. Imunizar-se contra o negativismo.
    As influências recebidas diariamente podem ser classificadas sob dois aspectos: as positivas e as negativas. Para poder arriscar sempre, é essencial filtrar essas influências e só aceitar as positivas. É comum atender ao telefone e ouvir alguém falar coisas negativas sobre a própria vida deles ou dos outros. Depois de desligar o telefone, normalmente surge uma sensação de que as coisas não estão indo bem. Isso é ficar negativo. Para aumentar a confiança e arriscar mais, é importante criar uma imunidade contra o negativismo.

    6. Estar preparado para a oportunidade quando ela chegar
    Preparar-se implica estudar mais. Fazer um plano de ação para desenvolver o máximo de competências para poder se habilitar e arriscar mais. Hoje, mais do que nunca, o autodesenvolvimento consta da cartilha dos grandes executivos. Sempre é tempo de aprender novas habilidades. Diversificar o aprendizado. Procurar se fortalecer naquilo que tem mais dificuldades. Preparar-se.

    7. A pior tentativa é aquela que não foi feita
    Grandes projetos pessoais são abandonados porque os seus autores acharam que não podiam, que não daria certo. Grandes negócios deixaram de ser realizados porque alguém teve medo de tentar. Em qualquer situação, é melhor tentar sempre. Desligar o botão do "achismo" ou "achômetro" e tentar. O pior que pode acontecer é ficar do jeito que está. Arriscar sempre.



    Fonte: Administradores.com.br
    http://www.administradores.com.br/noticias/confira_dicas_para_reverter_a_insatisfacao_no_trabalho/21882/

    Você é feliz no trabalho? Confira os motivos da desmotivação e o que fazer.

    Mensagem por Ricardo em Ter Mar 31, 2009 10:02 pm

    Por Karin Sato - InfoMoney

    Há dias em que você vai para o trabalho satisfeito e motivado. Há outros, porém, em que tudo o que mais queria era ficar em casa. Vez ou outra, é provável que questione se é feliz no emprego. A resposta negativa pode estar muito clara para algumas pessoas. Para outras, é mais difícil responder.

    Como, afinal, saber se está feliz no emprego? A consultora de Outplacement da Ricardo Xavier, Flávia Rodrigues, dá a dica: "Perceba se sua motivação, resultados, iniciativa, criatividade e, principalmente, seu equilíbrio entre sua vida pessoal e profissional continuam no mesmo nível que empregos ou momentos anteriores", diz.

    "Se alguns desses pontos, ou pior, todos eles, estiverem aquém de sua expectativa, é hora de parar e avaliar o que está acontecendo, fazer uma reflexão e identificar sua pedra no sapato. Depois disso, tome as ações necessárias para mudar este cenário".

    Salário baixo

    Ela explica que o salário baixo, ou que não condiz com as responsabilidades e atribuições, pode ser um bom motivo para a infelicidade no trabalho.

    "Perceber que sua remuneração não possibilita melhora no padrão de vida e, às vezes, não é suficiente nem para mantê-lo, pode gerar em você uma grande insatisfação. Muitas vezes, esse problema faz com que as pessoas se endividem, criando aí um segundo problema, pois as dívidas podem influenciar a vida pessoal e também o desempenho na empresa".

    Resultados da falta de motivação

    De acordo com a especialista, a falta de motivação acarreta uma série de problemas, desde desempenho ruim, resultados que não são atingidos, relacionamentos pouco saudáveis e até problemas sérios de saúde.

    A infelicidade no trabalho pode ainda trazer outro problema sério: a desilusão com a profissão. Explica-se: há quem escolha ser médico, advogado, professor, entre outras carreiras, por acreditar em determinados ideais e a insatisfação no emprego pode levar as pessoas a desistirem de suas crenças.

    O que fazer?

    O primeiro passo para resolver o problema, segundo Flávia, é analisar de forma criteriosa o real motivo de sua insatisfação, identificando se o que incomoda está relacionado à atividade em si, ou a características da empresa, ou ainda se tem a ver com seu momento na empresa onde trabalha.

    O segundo passo é avaliar se existe a possibilidade de a situação melhorar por sua própria iniciativa ou se dependerá de fatores externos, como alguma mudança importante na empresa em que trabalha. Avalie ainda se tem feito o necessário para solucionar a questão.

    Comunicar o chefe de que você está desmotivado é uma boa ideia? Nem sempre. Isso depende muito da cultura organizacional, do perfil do seu gestor e da receptividade dele a esse tipo de feedback, de acordo com a consultora de Outplacement da Ricardo Xavier. "Outro fator de extrema importância é determinar o momento ideal para essa conversa, sentir a situação atual do mercado, da empresa e, principalmente, do seu superior", explica.

    Teste sua felicidade

    A Ricardo Xavier disponibilizou em seu site (www.ricardoxavier.com.br) um teste denominado "Você é feliz no trabalho?", que foi desenvolvido por um grupo de especialistas na área de planejamento de carreira da empresa.

    O teste tem o objetivo de auxiliar o profissional a identificar os principais fatores que lhe trazem felicidade, ou que o impedem de alcançá-la. O resultado dá subsídios para avaliar o grau de satisfação no emprego atual, ou no último, e tomar ações para manter ou modificar este cenário.


    Fonte: Administradores.com.br
    http://www.administradores.com.br/noticias/voce_e_feliz_no_trabalho_confira_os_motivos_da_desmotivacao_e_o_que_fazer/21925/

      Data/hora atual: Qui Dez 14, 2017 1:57 pm